Preço da Goma Resina

Estriador Chinês: a faca que mudou a sangria de resina no pinus!

 O Novo Estriador Chinês!




Quem lida com a extração de resina de pinus sabe que um detalhe pode fazer toda a diferença: a ferramenta que o sangrador tem nas mãos.

Por trás de cada hectare produtivo, há uma combinação entre técnica, prática de campo e — muitas vezes — inovação em ferramental. E foi exatamente isso que aconteceu com o chamado Estriador Chinês, uma faca que revolucionou o modo de sangrar o pinus com corte plano.

O problema: técnica nova, ferramenta antiga

Durante muitos anos, a sangria tradicional na China era feita com uma faca de dupla lâmina curva, de cabo curto e posição lateral. Esse modelo funcionava bem com o método de corte em “V” descendente — padrão que orientava o fluxo da resina de forma controlada.

Mas quando pesquisadores começaram a adotar o método do corte plano, inspirado em técnicas estrangeiras mais eficientes, o instrumento não acompanhou a mudança.

A lâmina curva, projetada para o movimento descendente, não oferecia controle de profundidade, causava desconforto e fadiga ao operador e comprometia a regularidade dos sulcos.

Era evidente: a técnica tinha evoluído, mas a ferramenta não.



*Fotos - Alejandro Cunningham

A resposta: uma faca criada sob medida

A solução nasceu no Instituto de Ciência Florestal de Ji’an, na China. O grupo desenvolveu um novo tipo de faca de sangria, cuja estrutura foi patenteada em 2012 sob o número CN202385577U (LINK).

Ela trouxe uma combinação engenhosa:

  • Duas lâminas (uma larga e uma estreita) montadas em estrutura rígida e simétrica;
  • Cabo centralizado, perfeitamente alinhado com o corte;
  • Um “abdômen oco”, que dá estabilidade sem aumentar o peso.

Esse alinhamento entre lâmina e cabo foi o verdadeiro diferencial.
O operador aplica a força na mesma direção do cabo, evitando torções, usando melhor o corpo e reduzindo o esforço. O resultado é um sulco mais uniforme e menos cansativo de produzir.

Duas funções em uma única ferramenta

A inovação não parou na ergonomia. O projeto uniu duas etapas da sangria em uma única ferramenta:

  1. Lâmina estreita: usada para retirar a casca superficial e preparar a face de sangria;
  2. Lâmina larga: responsável por abrir o sulco de resina com a largura ideal para o corte plano.

Ou seja, o mesmo estriador pode preparar, abrir o corte e operar sistemas de coleta — reduzindo tempo, trocas de ferramenta e falhas de execução.

Foto: Aresb

Resultados práticos no campo

Com o uso dessa nova faca, os resineiros passaram a relatar benefícios concretos:

  • Mais estabilidade e precisão do corte;
  • Menor desgaste físico do operador;
  • Maior durabilidade da ferramenta;
  • Padronização dos sulcos, o que melhora o rendimento e reduz danos à árvore.

Além disso, a ferramenta facilitou a adoção do corte plano em regiões onde o corte em “V” ainda predominava, tornando o processo mais ergonômico e previsível.

Da patente ao legado

Depósito em 2011, concessão em 2012, e hoje — com a patente expirada por questões de manutenção — o design do estriador chinês tornou-se de uso aberto.

Isso quer dizer que fabricantes e pesquisadores podem melhorar o modelo, criar versões próprias e aplicar novos materiais, sem infringir direitos de exclusividade.

O importante é que a ideia permanece viva:
uma invenção simples, nascida do campo, capaz de melhorar a produtividade e segurança da sangria de resina.


Resumo: por que o “Estriador Chinês” fez história

  • Adaptou-se perfeitamente ao método de corte plano;
  • Melhorou a ergonomia e reduziu o cansaço do sangrador;
  • Reuniu duas funções (preparo e sangria) em uma só faca;
  • Tornou-se uma referência técnica que impulsionou avanços no setor de resina de pinus.

📘 Conclusão

Mais do que uma ferramenta, o estriador chinês é um exemplo de inovação aplicada: nasce de uma necessidade real de campo, transforma-se em tecnologia e deixa um legado aberto para novas gerações de resineiros, engenheiros e empreendedores florestais.


💥 Controvérsia!

Parece que já vimos esse filme!?

E se trocássemos o país, China por Brasil? Se você leu até aqui, deve estar se perguntando:

-"Como assim?!" 

O estriador brasileiro foi criado a partir da simplificação do modelo Português, por brasileiros. 

Eu mesmo, usei esse modelo quadrado desde que conheci a resinagem, nos anos 90, depois veio o modelo duplo, para instalação e estria, juntos! 

Então, quem inventou??



Fotos: Dilamar Michele Dorneles Leal, Grupo Galera da Resina, Facebook


"Nem sempre quem registra a patente, é o inventor! Isso é comum em qualquer ramo"..


O que faço se eu inventar algo?!

Se você criar alguma solução inovadora, documente! Tire fotos, faça um desenho, com data, local, seu nome! Coloque tudo em um envelope lacrado e mande para você mesmo, pelos Correios. Não abra o envelope. Guarde. É uma prova com "Fé Pública", de que você é o inventor. 

Se a solução for realmente útil, e quiser registrar a patente, consulte um profissional. Existem escritórios especializados em registros de marcas e patentes.


Você deve conhecer a história do "estriador brasileiro", se quiser contá-la, escreva nos comentários! 

Ficaremos felizes em publicá-la!


O uso de Drones de carga para remover resina em áreas de difícil acesso

 "Deixei 5 tambores no mato... Não consegui tirar!"

Parece piada, mas já aconteceu comigo!

A extração de resina de pinus em áreas montanhosas traz um desafio que muita gente nem imagina: não é só “resinar a árvore e coletar a resina”. O grande problema, muitas vezes, é tirar essa resina da floresta até um ponto de carregamento. E isso se torna ainda mais complexo quando falamos de florestas de pinus provenientes de regeneração natural – aquelas que não foram plantadas em linhas, com estradas planejadas, mas surgiram espontaneamente a partir de sementes que se espalharam a partir de talhões florestais maduros.

Nessas áreas, o cenário clássico é: terrenos íngremes, morros, encostas, pedras, erosões, ausência de estradas internas e um desenho da vegetação totalmente irregular. O acesso, que em plantações comerciais bem planejadas já pode ser desafiador, aqui se torna o verdadeiro gargalo da operação.

O que fazer? Não resinar essas árvores??
Seria deixar dinheiro na mesa!

Vamos entender.

As principais dificuldades na remoção da resina em áreas montanhosas

Acesso físico limitado
Em florestas de regeneração natural, normalmente não existem estradas florestais bem abertas, pátios de manobra ou pontos de carregamento. Muitas vezes o acesso é feito a pé, em trilhas estreitas e improvisadas, com subidas e descidas acentuadas. Isso limita muito o uso de caminhões, tratores e mesmo de pequenos veículos 4x4.

Transporte manual pesado e arriscado
Sem acesso para máquinas, o transporte da resina coletada acaba sendo, em grande parte, manual: baldes de 20 kg carregados pelas alças ou nas costas, ou em tambores de 200 kg, rolados morro acima manualmente, ou puxados pelo cabo de aço em um guincho. Além do esforço físico enorme, o risco de acidentes aumenta – torções de tornozelo, quedas, escorregões em solo úmido e carregado de matéria orgânica, e pior... O rompimento dos cabos que podem atingir algum trabalhador. Para quem produz, isso significa desgaste, lentidão e maior custo de mão de obra.

Baixa produtividade por viagem
Em terreno plano, um veículo pode levar centenas de quilos de resina de uma só vez. Já em áreas montanhosas sem acesso, um trabalhador consegue carregar apenas uma fração disso, por viagem, e ainda precisa enfrentar um trajeto difícil. Isso reduz a produtividade, aumenta o tempo de operação, o risco, e eleva o custo por quilo de resina transportado.

Impacto ambiental de acessos improvisados
Uma saída comum é tentar “abrir caminho” na marra: trilhas mais largas, pequenos acessos com enxada, até uso de máquinas em locais inadequados. Isso pode gerar erosão, compactação do solo, assoreamento de cursos d’água e danos à regeneração natural e ao sub-bosque. Ou seja, além de caro, o improviso pode se tornar ambientalmente problemático.

Condições climáticas e operacionais instáveis
Em áreas de montanha, o tempo muda rápido. Chuva, neblina e vento dificultam a circulação, deixam o solo escorregadio e podem interromper a operação. Em muitos casos, a janela de trabalho diário é curta, exigindo organização e logística muito mais precisas para aproveitar cada período de clima favorável.


As oportunidades escondidas nesses cenários difíceis

Apesar de todas as dificuldades, as florestas de pinus de regeneração natural em áreas montanhosas escondem um grande potencial. Em muitos lugares, são áreas com alta densidade de árvores resináveis, que não fazem parte diretamente de um plano de manejo florestal clássico, mas podem gerar uma renda adicional importante se forem bem aproveitadas.

Aproveitamento de áreas antes consideradas “improdutivas”
Essas florestas espontâneas, em encostas e morros, muitas vezes são vistas apenas como “matos de pinus”, sem uso definido. A resina transforma esses locais em ativos econômicos: uma fonte de receita que pode coexistir com outros usos da terra, desde que o manejo seja cuidadoso.

Tecnologia como aliada: Drones de carga e novas soluções logísticas
É nesse ponto que tecnologias como drones de carga ganham protagonismo. Em vez de depender de estradas e caminhões, é possível imaginar (e já testar) sistemas em que a resina é coletada em latas menores, agrupada em plataformas e transportada por drones, diretamente das áreas mais íngremes até um ponto de consolidação em local mais acessível. Alguns modelos conseguem transportar um peso considerável, até 80 kg, já seriam 4 latas de resina de uma só vez.

Essa solução reduz o esforço físico dos trabalhadores, diminui o tempo de transporte, abre novas áreas à exploração e ainda pode minimizar impactos ambientais, já que dispensa a abertura de grandes acessos no terreno.



Valorização da mão de obra especializada
Trabalhar em áreas de difícil acesso exige equipe experiente, disciplinada e cuidadosa. A combinação entre conhecimento de campo e uso de novas tecnologias (como sistemas de georreferenciamento, mapas de relevo, drones e planejamento de rotas) tende a valorizar profissionais que conhecem tanto a floresta quanto as ferramentas modernas.

Manejo mais sustentável e inteligente
Quando a logística de retirada da resina é pensada desde o início, torna-se possível adotar um manejo mais sustentável:

  • direcionar a coleta para áreas onde o impacto será menor;
  • planejar pontos de concentração intermediária da resina;
  • adaptar o volume de árvores resinadas à capacidade de transporte (manual, por cabos, drones etc.);
  • monitorar riscos ambientais e de segurança dos trabalhadores.

Diversificação de renda e planejamento de longo prazo
Para proprietários de terras ou gestores florestais, a resina em áreas de regeneração natural pode ser uma fonte de renda complementar interessante, principalmente em momentos de oscilação no mercado de madeira. Com logística adequada, o que antes era apenas um “pinhal espontâneo no morro” se converte em um componente estratégico da propriedade.


Desafio e oportunidade caminham juntos

A remoção de resina de pinus em áreas montanhosas de regeneração natural é, ao mesmo tempo, um grande obstáculo e uma chave para a viabilidade econômica dessas operações. O terreno difícil, a falta de estradas e o esforço físico não são apenas detalhes operacionais: são fatores decisivos que definem se um projeto será sustentável, seguro e lucrativo.

Por outro lado, justamente por ser um desafio logístico, esse tipo de cenário é um campo fértil para inovação: novas formas de transporte, como drones de carga, sistemas de cabos, pontos de coleta inteligentes e planejamento integrado de manejo podem transformar a forma como enxergamos essas florestas.

Quando combinamos conhecimento técnico, respeito às limitações do terreno e uso inteligente da tecnologia, essas áreas de difícil acesso deixam de ser um problema e se tornam uma grande oportunidade para o setor de resinas de pinus.

Imagem: DJI Drones


Ah, já ia me esquecendo.. Aqueles 5 tambores que deixei no mato.. Isso foi à muito tempo, quando os preços da resina despencaram, e estava finalizando o contrato de uma área montanhosa, de difícil acesso.. Naquele tempo não havia drones! E retirar os tambores sairia mais caro que deixar lá!! 

Conte nos comentários, você já teve dificuldades em áreas de difícil acesso? Como fez para resolver?

#Drone #Inovação #Resinagem #Resina


Resina de Pinus ganha força na Espanha em meio à crise global do petróleo

 

Pino resinero preparado para la extracción de resina en los montes de Segovia. Foto sin fecha.
Karmmaestudio (Getty Images/iStockphoto)

Segundo a matéria publicada em El País (“El pino de Segovia, un colchón para la industria española ante la escasez de derivados de petróleo”, por Caio Mattos, 04/05/2026), a recente crise no Golfo Pérsico — resultado da ofensiva dos EUA e Israel contra o Irã — reduziu drasticamente o fornecimento mundial de petróleo, mas acabou impulsionando um setor pouco esperado: o da resina de pinus.

Na Espanha, especialmente na província de Segovia, sete empresas concentram a produção e transformação dessa resina natural, usada em adesivos, tintas, plásticos e componentes automotivos. Graças a contratos anuais firmados antes da crise, o setor conseguiu amortecer parte do impacto inicial do encarecimento dos derivados do petróleo — que chegou a elevar em mais de 30% o preço internacional da colofônia, principal derivado da resina.

Analistas apontam que, pela primeira vez, a colofônia tornou-se mais barata que sua alternativa petroquímica, ampliando seu apelo industrial. Contudo, a capacidade produtiva espanhola ainda é limitada e não cobre toda a demanda crescente. Enquanto isso, o setor de combustíveis e plásticos busca acelerar a transição para fontes naturais e recicladas, embora ainda representem pequena fatia da produção total.

Como destacam especialistas ouvidos pelo jornal, a atual crise evidencia tanto a vulnerabilidade da economia ao petróleo quanto o potencial estratégico das matérias-primas renováveis — entre elas, a resiliente e versátil resina de pinus.




Fonte: El País, 04 de maio de 2026


E o Brasil, como fica nessa história?

A movimentação do mercado espanhol de resina de pinus, impulsionada pela crise do petróleo e pela busca de alternativas sustentáveis, levanta um questionamento inevitável: será que esse mesmo movimento chegará à América do Sul? Países como Brasil e Argentina, importantes produtores de resina natural e seus derivados, podem sentir um duplo impacto — de um lado, a valorização internacional do produto; de outro, a pressão por aumento de oferta e estabilidade de preços.

Com a colofônia e outros derivados ganhando competitividade frente à petroquímica, abre-se uma janela de oportunidade para o fortalecimento da cadeia resinífera regional. No entanto, o desafio logístico, energético e ambiental pode redefinir o equilíbrio entre oferta e demanda também no contexto sul-americano. 

Será que a alta europeia será o empurrão necessário para consolidar o protagonismo da resina natural nas economias do Brasil e da Argentina, ou repetiremos os ciclos de dependência e volatilidade típicos dos mercados de commodities?


Qual a sua opinião? Escreva nos comentários!

#Pinechemicals #resinadepinus #colofonia #terebintina

Sindicato ou Associação de Resineiros?? Uma conversa com o Gemini AI!

SINDICATO X ASSOCIAÇÃO    

    Muitos trabalhadores da resinagem, podem ter se deparado em algum momento com essa dúvida. Fizemos um exercício usando a Inteligência Artificial do Google, o Gemini. Veja a conversa.




Pergunta: 

Olá Gemini! Qual o CBO do resineiro?

Resposta:

Olá! O CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) para o resineiro — trabalhador que atua na extração de resina de árvores, como o pinus — é 6322-15 - Trabalhador da exploração de resinas. [1]

Essa ocupação está vinculada à família 6322 (Trabalhadores da exploração de florestas) e abrange as seguintes atividades, segundo a descrição oficial: [1]
  • Avaliar a idade e o diâmetro da árvore para o início da resinagem.
  • Realizar entalhes na casca e aplicar pastas estimulantes.
  • Fixar recipientes coletores e realizar a coleta da resina.
  • Acondicionar o produto para transporte.
  • Cumprir normas de segurança, prevenção de incêndios e proteção ambiental. [1, 2, 3, 4]
Importante: A descrição do CBO 6322-15 foca na extração no campo (silvicultura), diferente do código 8111-25, que se refere à fabricação de resinas e vernizes em ambiente industrial. [5]

CBO 6322-15: Trabalhador da exploração de resinas | Salários médios

No site Salario.com.br é possível analisar os rendimentos da categoria, em detalhes no link abaixo.




Para ver a análise completa acesse o LINK:



#resineiro #salário #CBO632215 #2026

ICMS Diferido para venda de Goma Resina em SP

 Na comercialização da Goma Resina, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) um dos impostos mais significativos pois a resina é um produto que, em alguns casos cruza o país, e o imposto é recolhido na origem.

O Estado de São Paulo, possui um incentivo fiscal, e o ICMS é "diferido", conforme o Artigo 350, Inciso IV do RICMS/SP (Decreto 45.490/2000), que posterga o pagamento do imposto para uma etapa posterior, na cadeia de circulação da mercadoria, no caso, a resina in natura.

Outros produtos fazem parte da lista, como papel, vidro, sucatas de metais, etc.

Finalidade: Desonerar a cadeia produtiva, concentrando o pagamento do imposto no consumidor final, ou na indústria final. 

Emissão da Nota Fiscal: É necessário utilizar o código de situação tributária (CST) 51 (diferimento) nas operações de venda dentro do estado.


Exemplo, no campos "Dados Adicionais"

"Informações Complementares

Inf. Contribuinte: ICMS Diferido Conf. Art. 350. Inc. IV. do RICMS Decreto45490/00. Pagamento a vista..."


Recolhimento: A responsabilidade pelo pagamento do imposto fica a cargo do comprador, no momento em que o diferimento é encerrado (venda final ou industrialização).

O diferimento NÃO é o mesmo que isenção, pois o imposto é penas adiado e não eliminado, sendo a responsabilidade de pagamento transferida para a outra etapa da cadeia produtiva.

Para vendas fora do Estado de São Paulo, o ICMS é recolhido normalmente.

Para maiores informações, ou em outros estados, consulte o seu Contador!




O questionamento foi feito em uma consulta tributária à Fazenda do Estado de São Paulo.

Veja a resposta na íntegra:

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