sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Aplicativo para Android e iPhone - Resina de Pinus

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Mensagem de Final de Ano

         Mais um final de ano é chegado, um tempo de reflexões e auto-análise, bem como, tempo de mensurar os resultados obtidos no ano. Repensar os conceitos e avaliar aquilo que praticamos.
Para o setor resineiro foi um ano inicialmente positivo pois os preços estavam elevados, reflexo do ano anterior, mas vieram sofrendo uma correção de baixa no decorrer dos meses, fator que acabou adiando investimentos das empresas e de proprietários que planejavam iniciar a atividade em suas florestas.
A crise na Europa e nos Estados Unidos, contribuiu para uma diminuição no consumo dos derivados, o que refletiu nos preços da matéria prima, afetando toda a cadeia produtiva, em relação ao ano anterior.
Vale ressaltar que a alta sensível dos preços ocorreu em 2010, e anteriormente os preços da resina se mantiveram historicamente entre R$ 600,00 e R$ 1.700,00, e devido a diversos fatores estes subiram nos últimos dois anos.
O que se deve repensar para o próximo ano é a análise e diminuição dos custos de produção, que no Brasil são bastante elevados em relação aos outros países produtores, ao exemplo da China.
O cenário mundial não mostra sinais de uma recuperação imediata, e apesar de o Brasil estar preparado para enfrentar as turbulências econômicas que afetam os países, na sua maioria consumidores de derivados da resina, que continuarão por certo período a apresentar uma demanda menor, a exemplo da crise de 2008.
O que fazer então? Primeiramente encarar o novo ano com otimismo e perseverança, disciplina e controle nas finanças, e investir corretamente, pois se analisarmos o gráfico dos preços na última década, a Linha de Tendência, permanece altista, ou seja, como nas épocas anteriores de retração dos mercados, seguiram-se as correções, e novas altas de consumo e de preços. 

Gostaria de desejar a todos um Feliz Natal e um Novo Ano cheio de realizações e prosperidade!

Thannar Bubna
Blog Resina de Pinus




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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Notícia - Painel Florestal


Novo Código é bastante positivo para o setor florestal

Principal aspecto é a segurança jurídica, aponta consultor da Abraf

quarta, 07 de dezembro de 2011
Depois de muita polêmica, com o novo texto do Código Florestal Brasileiro finalmente aprovado pelo Senado, o setor florestal pode contabilizar ganhos e até comemorar a conquista de alguns importantes avanços. “Em linhas gerais, o novo Código é bastante positivo para o setor de florestas plantadas”, avalia Marcílio Caron Neto, consultor da Abraf (Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas).

Marcílio aponta as questões fundamentais que merecem destaque: a emenda que estabelece as definições e tipificações de “relevo ondulado”; a permissão para que APPs (Áreas de Preservação Permanente) sejam computadas como reserva legal, sobretudo em regiões de abrangência de Mata Atlântica; a segurança jurídica para as florestas plantadas em topo de morro; a manutenção de incentivos fiscais; e, de modo mais abrangente, a comparação da atividade de florestas plantadas à atividade agrícola, possibilitando a eliminação de dúvidas relativas ao licenciamento ambiental para o setor.

De acordo com o consultor da Abraf, as dificuldades quanto ao licenciamento ambiental foram se estabelecendo ao longo do tempo por conta dos questionamentos do Ministério Público derivados de interpretação pouco técnica da legislação anterior, o que acabou “judicializando” grande parte das solicitações, sobretudo no estado de São Paulo. 

“O setor florestal detém e preserva aproximadamente 4 milhões e meio de hectares de florestas nativas. É um ativo ambiental que perde em tamanho somente para as reservas do setor público, e podemos, com muito orgulho, encher a boca para dizer que sempre cumprimos rigorosamente a lei. Até porque somos um setor que depende de certificação para atuar no mercado internacional, que é extremamente exigente com relação às questões ambientais. Portanto, a preservação sempre esteve presente em nossa atividade”, relata Marcílio.

Fonte: Painel Florestal




quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Cenário florestal a médio e longo prazo - Painel Florestal


Volatilidade atual dos mercados globais molda cenário otimista para negócios florestais no médio e longo prazo

Análise Cojuntural

quarta, 30 de novembro de 2011

O desenrolar da atual crise dos governos americano e de vários países europeus tem apontado para um cenário com algumas diferenças em relação às causas e os efeitos da crise global de 2008. Embora especialistas afirmem que a crise  atual tem ligações e é, em parte, efeito da crise de 2008, eles também afirmam que a  natureza da crise atual é diferente. A crise de 2008 afetou o setor privado,  representado principalmente pelo setor bancário, havendo falta de crédito, redução no 
consumo e paralisação e estagnação das empresas e, consequentemente, do crescimento das economias mundiais. 


A atual crise não configura uma crise do setor privado, que hoje conta com crédito e financiamentos disponíveis, mas sim uma crise dos governos que se endividaram, em muitos casos, justamente para ajudar o setor privado na crise de 2008. Portanto, se o setor privado produz e se desenvolve, a crise dos governos, mesmo influenciando negativamente o setor privado, tende a não afetar de forma tão drástica o crescimento das economias como foi o caso da crise de 2008. Da mesma forma, analisando o setor do agronegócio, as tendências têm apontado para uma situação em que a crise de estoque de alimentos (commodities) mundiais persistirá possivelmente por mais uma década. Por sua vez, os preços agrícolas também vão ficar em alta em função do déficit de produção de alimentos, da queda da produtividade do agronegócio e da perspectiva de crescimento populacional em alguns países emergentes. Neste cenário, países com aptidão para produção primária tendem a estar em uma situação favorável que, se bem aproveitada, pode colocá-los em uma posição vantajosa no futuro. 



Considerando-se as tendências mundiais, o setor florestal, assim como todo o agronegócio, pode estar se deparando com um cenário otimista dos negócios nos anos vindouros. A diferença temporal entre a decisão efetiva de investir e os resultados oriundos dessa decisão pode-se apresentar como uma janela de oportunidades para o setor. As crises e a possível redução de investimentos nos países produtores florestais pode ser a oportunidade para que o setor florestal brasileiro se fortaleça com investimentos em tecnologia, eficiência econômica e agregação de valor, desfrutando de ganhos oriundos da venda de produtos valorizados. 



A análise conjuntural do Centro de Inteligência em Florestas deste mês de outubro de 2011 continua a acompanhar os movimentos e tendências dos vários segmentos dentro do setor florestal. Apesar da redução de crescimento e desafios que segmentos específicos estão enfrentando, de modo geral, o setor continua se desenvolvendo e com condições de tomar as decisões corretas para assegurar um fortalecimento da competitividade dos negócios florestais brasileiros frente aos concorrentes mundiais. 



Segmento de Celulose e Papel 



Apesar da crise econômica na Europa, do consumo menor que o esperado na China e da demora na recuperação dos Estados Unidos, no segmento de celulose e papel as empresas estão seguindo seu plano de expansão, uma vez que estão identificando oportunidades de mercado no longo prazo. Na Suzano, diversas providências estão em implantação para fortalecer a estrutura de capital e viabilizar os projetos futuros do Plano Suzano 2024. A empresa tem plano de expandir sua produção de celulose com os projetos do Maranhão e Piauí. 



A Fibria segue na ampliação da base florestal de Três Lagoas (MS), com o objetivo de iniciar a produção da nova linha naquela unidade cuja capacidade esperada é de 1,5 milhão de toneladas por ano em 2014. Cenibra, Celulose Rio-Grandense (controlada pela chilena CMPC), Veracel (jointventure entre Fibria e Stora Enso), Arauco, Stora Enso (no Uruguai) e Klabin completam a lista das companhias que anunciaram projetos ou planos de investimento 
nos próximos anos. Além disso, está certo o início da implantação da fábrica da Eldorado Brasil, produtora de celulose controlada pela J&F, holding do frigorífico JBS Friboi, em 2013.



Com relação aos preços da celulose, em São Paulo, estes situaram na faixa de US$850/t a US$900/t de maio a agosto de 2011, de acordo com o CEPEA. O mesmo foi observado nos Estados Unidos e Europa. Na China, esses preços apresentaram-se menores nesse período: entre US$700/t e US$800/t. A expectativa é de que estes preços sejam mantidos no atual patamar. Como no Brasil, a maior parte da produção encontra-se associada a contratos com clientes, a volatilidade de preços para a empresa pode reduzir. Porém, há expectativa de que, no curto prazo, o valor caia em função de um cenário de estocagem e redução do consumo nos países desenvolvidos, mas não como aconteceu entre 2008 e 2009, por conta da crise mundial. 



Para os executivos, o problema maior para o segmento é o câmbio. Como não há sinais de melhora na relação cambial para exportação, principal negócio dessas empresas, a celulose brasileira vem perdendo competitividade. Assim, todas elas estão pensando em estratégias para manter o nível de competitividade, baseado no custo de produção. Na Fibria, por exemplo, a companhia está mudando o perfil de suas florestas. Em Três Lagoas, a nova unidade de produção deverá ficar com uma relação de 70% de florestas arrendadas e 30% de terras próprias, que favorecerá o fluxo de caixa da companhia que não terá de desembolsar recursos para a aquisição de terras naquela região. 



Segmento de Madeira Processada 



Em setembro, as exportações de madeira e derivados foram de US$155.263 mil, representando uma queda de 6,7% em relação ao mês anterior. As importações foram de US$17.067 mil, representando uma redução de 14,4% em relação ao mês anterior. Portanto, o saldo na balança comercial de agosto foi de US$157.246 mil, queda de 5,7% em relação a agosto deste ano. Quando comparado com o mês de setembro do ano passado, as exportações, importações e o saldo da balança variaram -1,3%, 34,2% e -4,4%, respectivamente. 



Em 2011, de janeiro a setembro, a balança comercial acumulou um saldo de US$1.422.689 mil, representando uma redução de 2,9% comparada ao igual período do ano passado. Esses números indicam uma ligeira queda do ritmo de crescimento neste último mês 



Mesmo com as incertezas do mercado global, a Suzano anuncia novos investimentos. O presidente da Suzano Energia Renovável, André Dorf, assinou um protocolo de intenções com o governo do Maranhão, em 2 de outubro de 2011, que prevê o investimento de R$1 bilhão em florestas plantadas e três fábricas, até 2014. A meta é instalar no estado três unidades de produção de pellets de eucalipto (pedaços de madeira) para geração de energia. Segundo Dorf, a disponibilidade de terras, preço mais acessível e a infraestrutura logística do Maranhão foram fatores determinantes para a escolha do estado. O executivo disse que o mercado alvo da Suzano é a Europa, que já é o principal consumidor de pellets de madeira. "Através do Maranhão, ganhamos cinco dias de navio até a Europa", declarou Dorf. Ele ainda informou que a companhia já está negociando preço de frete para baratear os custos (Globo Rural Online). 



Outra boa notícia para o segmento de madeira processada é que tramita no Senado uma proposta de proibição de exportação de madeira não beneficiada. Esta medida estimularia o beneficiamento da madeira, agregando o seu valor, gerando mais empregos, renda e divisas. Madeiras beneficiadas, de acordo com a proposta, são aquelas transformadas em vigas, pranchões, tábuas, lâminas ou outras formas de comercialização. Segundo Bolsonaro, essa proibição temporária seria um primeiro passo para que o País adote uma política eficiente de fiscalização de extração da madeira nativa. “A floresta amazônica é a última grande reserva de madeira tropical do planeta. As empresas que controlam o mercado internacional desse recurso já começaram a transferir suas operações para a região”, alertou. Esta proposta já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Como tramitou de forma conclusiva, ela segue para análise do Senado.



Em setembro de 2011, alguns preços do metro cúbico de madeira serrada na Zona da Mata Mineira tiveram alta, a saber: Angelim Margoso (R$1.890,00), Cumaru (R$2.430,00), Jatobá (R$2.430,00), Sucupira (R$2.250,00), altas de 3,2%, 5,9%, 
5,9% e 16,3%, respectivamente. Já os preços do metro cúbico de madeira serrada de Eucalipto (R$1.100,00), Pinus (R$800,00) mantiveram-se estáveis (CIFlorestas). 



Apesar de apresentar uma ligeira queda de atividades durante o mês de setembro, perspectivas de maiores investimentos, já vislumbrando uma melhor situação econômica mundial no futuro, e também iniciativas parlamentares para que se adicione valor às madeiras exportadas apontam para uma melhor perspectiva de médio e longo prazo para o segmento de madeira processada. 



Segmento de Produtos Florestais Não Madeireiros 



No segmento de produtos florestais não-madeireiros, o valor das exportações de castanha-do-brasil, óleo essencial de eucalipto e castanha-de-caju apresentaram uma redução média de 27,0%, 9,0% e 19,0%, ao mês, de julho a setembro desse ano, o que pode estar relacionado com a crise nos Estados Unidos, um dos principais importadores desses produtos (MDIC), apesar do crescimento das exportações brasileiras para os países árabes nos últimos anos.



O valor das exportações de palmito e tanino, por outro lado, tiveram alta de 30,0% e 78,0%, ao mês, respectivamente, também de julho a setembro desse ano. Por sua vez, as importações de borracha natural apresentaram queda de 7,0% ao mês no mesmo período (MDIC), o que também pode estar relacionado com a atual crise na Europa e Estados Unidos, que vem desaquecendo a indústria automobilística mundial, inclusive a indústria brasileira, impactando negativamente nas importações nacionais de borracha natural. 



Contudo, as expectativas da indústria automobilística nacional parecem ser otimistas, já que estão previstos investimentos de US$21 bilhões em pesquisa e desenvolvimento de produtos até 2015 para manter a competitividade, o que pode reverter as importações de borracha natural do país para os próximos meses, bem como impulsionar a produção dessa matéria-prima domesticamente. 



Segmento Moveleiro 



Os empresários do setor moveleiro brasileiro, neste segundo semestre de 2011, continuam apreensivos em face das incertezas que persistem na economia global, principalmente em função da crise que ronda os países da zona do euro. As mudanças repentinas no cambio têm se refletido em instabilidades na produção, na exportação e na importação dos diversos produtos desse segmento.



Apesar das ameaças da crise internacional, o setor moveleiro apresentou indicadores positivos no mês de agosto, acompanhando o quadro geral da indústria de transformação brasileira que registrou dois meses seguidos de aumento da atividade industrial. O setor apresentou crescimento de 12,0% em relação ao mesmo mês do ano de 2010, valor acima da média da indústria nacional, de 6,7%. O quadro de agosto não é de forte expansão, mas a continuidade de taxas de crescimento das variáveis pesquisadas contrasta com a estagnação observada na primeira metade do 
ano. Em setembro e outubro, esses resultados devem ser menos favoráveis em decorrência de mudanças macroeconômicas internas e externas



As exportações do setor, de janeiro a setembro de 2011, embora crescentes, apresentam-se em queda em todos os meses no comparativo com os mesmos meses de 2010, exceto em agosto, quando houve uma ligeira recuperação. No acumulado do ano de 2011, o Brasil exportou, aproximadamente, US$ 337 milhões em móveis, um resultado 12% inferior ao obtido no mesmo período em 2010. 



Praticamente inexpressivas no passado recente, as importações de móveis apresentam-se crescentes neste ano de 2011. No comparativo com 2010, de janeiro a agosto de 2011, essas são 97% maiores do que aquelas no mesmo período. Tal quadro vinha revelando perda de competitividade da indústria moveleira nacional frente a uma moeda nacional valorizada. No entanto, em setembro, percebe-se que houve queda expressiva dessas importações, reflexo talvez da repentina e forte 
desvalorização do real frente ao dólar em decorrência do agravamento da crise financeira nos EUA e Europa. 



Acredita-se que as medidas de incentivo dadas pelo governo federal, visando desonerar o setor de móveis, os investimentos em promoção e inovação, a redução das taxas de juros, as mudanças no cambio, além do aquecimento natural da demanda interna no segundo semestre, devam, em conjunto, resultar em um cenário mais otimista para o setor no médio e longo prazo.



Equipe Técnica do Centro de Inteligência em Florestas:
Naisy Silva Soares – Economista, D.Sc. Ciência Florestal 
Alberto Martins Rezende – Eng. Agrônomo, M.Sc. Economia Rural 
Márcio Lopes da Silva – Eng. Florestal, D.Sc. Ciência Florestal 
Altair Dias de Moura – Eng. Agrônomo, PhD. Agribusiness Management 
* Permitida a reprodução desde que citada a fonte.


Fonte: Ciflorestas

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Matéria - Green Diesel

A primeira fábrica de diesel "verde" do mundo.

Em maio de 2010 foi inaugurada a primeira fábrica de diesel "verde" na cidade de Piteå, na Suécia, a SunPine. Desde 2008 a indústria produz óleo diesel a partir de recursos florestais renováveis, derivados do Tall oil, um subproduto do pínus, extraído no processamento da celulose.
A produção do "Green Diesel" ocorre em duas etapas, a primeira é purificar o Tall oil, separando o diesel bruto, e o bio óleo, do qual outros subprodutos são extraídos posteriormente.
O diesel obtido contém um alto índice de cetano, podendo ser comparados com a octanagem da gasolina podendo substituir os combustíveis fósseis.
A refinaria utiliza o processo de tratamento com hidrogênio a alta pressão obtendo um combustível diesel de alta qualidade. Todas as etapas possuem alta eficiência energética e a fábrica da SunPine é a primeira instalação deste tipo no mundo. O ano de 2010 teve a estréia mundial da segunda geração de combustíveis diesel a partir de materiais florestais.
A inauguração da fábrica ocorreu numa grande cerimônia onde foram destacados as potencialidades do projeto, e as metas de produzir 100 mil metros cúbicos de diesel verde anualmente, reduzindo as emissões de dióxido de carbono em 250 mil toneladas/ano. "É incrível que a floresta possa contribuir ativamente com essa mudança "verde", disse Magnus Wilkman, presidente da SunPine para cerca de 100 convidados que assistiram a cerimônia.



A produção de combustíveis a partir de biomassa florestal em escala industrial, representa uma visão de mudança para um combustível do futuro, agregando valores à floresta, beneficiando a economia e o meio ambiente. A descoberta deste tipo de combustível abre possibilidades para investimentos ao redor do mundo, gerando negócios e postos de trabalho, com o plantio de novas florestas, e construção de novas fábricas visando diminuir a utilização de combustíveis fósseis, não renováveis. 
"É uma boa idéia, que agora se torna realidade", diz Peter Roslund, prefeito de Piteå. -"É um grande dia para nós que temos investido na SunPine, e consideramos a floresta como uma parte importante na mudança do clima, vemos grandes oportunidades comerciais para o produto final", diz o sócio fundador da SunPine, o empresário Lars Stigsson. 
Por enquanto é um projeto local mas as possibilidades são inúmeras, e porque não a de obter o diesel verde dos derivados da resina "crua",  fomentando a atividade florestal, resineira e químico-industrial.
O slogan da empresa é: 
-"Green Diesel - Uma escolha Natural"

Por Thannar

Informações obtidas no site da SunPine.




segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Análise dos preços da resina de pinus


Análises gráficas dos preços da goma resina - TBX Consultoria

Preço médio anual

Clique em cima do gráfico para visualizar ou fazer download.



Gráfico da evolução mensal dos preços da resina 
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Análise realizada com base em dados históricos coletados nos informativos da ARESB - Associação dos Resinadores do Brasil, no site do IEA - Instituto de Economia Agrícola, no site da AR Eldorado, e consultas a indústrias consumidoras de resina.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Arrendamento de Florestas para Resinagem

Resinagem de Pinus

Arrendamento e parceria
Prezados Senhores proprietários:

A resinagem de florestas de pinus, é uma opção para rentabilizar o empreendimento e antecipar receitas. Os arrendamentos de áreas são fechados em média de 20% a 25% da produção total para o proprietário, sendo as variedades indicadas para extração: elliotti var. elliotti (região sub-tropical), espécies tropicais: caribaea var. caribaea, caribaea var. bahamensis e caribaea var. hondurensis.
Uma propriedade apta para a atividade deve ter acima de 8 anos de plantio, e um diâmetro do tronco (DAP) de 18cm acima.
O tempo de contrato varia de 3 a 5 anos
Valor do Arrendamento: de 20 a 25 % da produção total.
Valor da Comissão dos Corretores e Intervenientes: 5% do valor pago pela empresa no arrendamento anual. Pago pela empresa ARRENDANTE.
No contrato o proprietário fica isento de encargos trabalhistas e a empresa trabalha com 100% dos colaboradores registrados atendendo as normas da CLT , bem como as Normas de Segurança do Trabalho (NR).
Quantidade mínima para contrato: 100.000 árvores
PRODUÇÃO:
·         A produção média para pinus elliotti é de 3 kg / face em cada safra (12 meses) e em tropicais 2,8 kg face/ano.
Um exemplo de arrendamento:
100.000 árvores x 3kg = 300.000 kg x 25% = 75.000 kg de arrendamento
75 toneladas x R$ 2.000,00/ton = R$ 150.000,00 de arrendamento

Obs.: Esses valores podem variar, devido a preços de mercado, produtividade das áreas, idade, diâmetro.

Benefícios da resinagem:

  • ·    Mantem a floresta limpa, conservada, realizando monitoramento constante, principalmente em épocas de seca evitando incêndios.
  • ·       Antecipa receitas ao proprietário enquanto a floresta vai incrementando volume.
  • ·     Geração de empregos diretos e indiretos.
  • ·   Segundo estudos a resinagem praticamente não deprecia a madeira, pelo uso de estimulantes próprios.Os estados de São Paulo e Rio Grande do Sul,  concentram os maiores polos produtores de resina do país, e o Paraná e Santa Catarina tem um grande potencial econômico a ser desenvolvido na área. Inclusive existem indústrias consumidoras próximas.

Caso haja interesse em arrendamento de áreas de pinus para resinagem, estamos à disposição para maiores esclarecimentos e agendamento de visitas e apresentação de clientes interessados.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Matéria - "Dinheiro dá em árvore"?


“Dinheiro dá em árvore?”

Sempre ouvimos a frase: “dinheiro não dá em árvore”, será mesmo que não?
Nos últimos anos a setor florestal tem se desenvolvido com grande rapidez, e inúmeros produtos e subprodutos são extraídos de florestas plantadas, tanto de espécies nativas quanto das “exóticas”. E podemos destacar o pinus, que além da madeira para a indústria da construção civil, setor moveleiro, celulose e papel, entre outras finalidades. O pinus foi plantado no Brasil nos anos 70 em várias regiões, através de incentivos do governo.
Do pinus é extraída a RESINA, que comercialmente é industrializada e seus derivados dão origem à diversos produtos finais:
Tintas, colas, ceras, tintas para impressão, vernizes, adesivos, cosméticos, perfumaria, farmacêuticos, alimentícios, entre muitos outros.

Analisando os aspectos econômicos, sociais e ambientais da resinagem, podemos dizer que é uma atividade de grande importância para o desenvolvimento do país, pois gera empregos diretos e indiretos, gera receitas extras aos proprietários, movimentando a economia através de toda a cadeia produtiva.
A resina ou goma resina, é sim “dinheiro que dá em árvore”, ficamos atrás apenas da China que é o maior produtor mundial tanto de resina crua, como dos derivados.
O brasil possui tecnologia, recursos e meios para tornar a atividade cada vez mais fortalecida, e mais competitiva no cenário mundial.

Mas o que esperar?
O que os proprietários devem esperar da resinagem em suas propriedades? Devem optar por arrendar ou resinar?
Muitos proprietários estão visualizando uma nova fonte de receitas em suas florestas através da resinagem, porém possuem pouca ou nenhuma experiência no assunto, por se tratar de um tema novo.
Com a forte alta entre maio de 2010 a março de 2011, muitos resineiros disputaram áreas a “preço de ouro”, e o inflacionamento do mercado acabou deixando a impressão de que resinar era sinônimo de enriquecer, e não é bem assim, é preciso ficar claro que a resinagem é um complemento da atividade florestal, um meio de antecipar receitas à propriedade.
O reflorestamento pode ser planejado, com a finalidade de extrair resina a longo prazo, ou simplesmente pode-se aproveitar o tempo que resta até o corte da floresta, ou até mesmo em conjunto com outras culturas, como o exemplo do sistema “agro-silvi-pastoril”, mas de qualquer forma deve ser encarada como opção a mais ao produtor.

Clique no gráfico para visualizar

Como podemos observar no gráfico acima, os preços da resina se mantiveram estáveis até a crise de 2008, quando os preços caíram sensivelmente, e o seu topo foi em 2010, quando atingiu os R$ 4 mil / tonelada, período este que chamou muita atenção de todos, tanto resineiros quanto consumidores e proprietários de florestas, e muitos imaginaram que os preços permaneceriam elevados, porém os preços voltaram a cair.
A composição dos preços da resina depende de muitos fatores, internos e externos. O custo de produção. A oferta de matéria prima e demanda dos derivados no mercado interno, a oferta dos produtos asiáticos no mercado internacional, variações cambiais, entre outros fatores.
No estado de São Paulo, segundo a CATI/CIAGRO, a distribuição das florestas de pinus (2007/2008) estão concentradas na região descrita abaixo:

Clique na imagem para visualizar

É possível planejar investimentos a longo prazo para reflorestar e extrair resina, a demanda dos produtos tendem a continuar em alta, pois ainda não existem substitutos sintéticos para estes. E os subprodutos da resina do pinus estão presentes em nossa vida, mais do que imaginamos.
Podemos dizer sim: “dinheiro dá em árvore”!

Por Thannar Bubna

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